Ruminando de dentro para fora, em largos rasgos. Enche o copo, companhia amarga,
porque ela está para chegar. Vem das profundezas do que de pior habita em mim. É amarga e rude. acima de tudo, uma peste finiha cravada no calcanhar, uma pedrinha entre o pé e a sola, uma angustiazinha azeda de líquido estomacal. Ruge em reviravoltas, e apetece partir e despedaçar o trilho. Pé ante pé, faz entrada triunfal. As mãos transpiram como duas bailarinas sofregas.
A RAIVA.
F.R.